Redes sociais para professores

As redes sociais desempenham cada vez mais um papel relevante na educação. Contudo,  quando se fala em termos profissionais, há quer procurar alternativas que fujam aos facebooks onde cabe toda a gente e onde a conversa acaba por fugir ao essencial.
Dois sites americanos Chronicle of Higher Education e Education Dive, elaboraram dois estudos, o segundo complementar ao primeiro, em que foram selecionadas 10 opções de redes sociais para educadores e estudantes de pós-gradução em ciências ou humanidades que vale a pena o docente conhecer. A lista final ficou assim ordenada:

1. RESEARCHGATE: http://www.researchgate.net
Para quem é: Cientistas, estudiosos e qualquer outra pessoa com um trabalho para publicar e áreas de estudo. Engenharia, medicina e biologia são as áreas mais comuns dos membros desta rede.
Objetivo: fornecer uma plataforma para os académicos compartilharem os seus trabalhos, obter críticas e conhecer os colegas.
Custo: Gratuito.

2. EPERNICUS: https://www.epernicus.com/
Para quem é: Cientistas e investigadores que procuram respostas de especialistas.
Objetivo: Uma espécie Quora (uma base de dados de conhecimento criada pela sua comunidade e para a comunidade, sobre qualquer assunto) da comunidade científica. Os membros têm perfis mostrando as suas origens e conhecimentos. Esta rede pretende acelerar encontros entre os seus membros e fomentar a discussão.
Custo: Gratuito, mas a empresa oferece serviços adicionais para as instituições.

3. LINKEDIN: http://www.linkedin.com/
Quem é para: professores, gestores e profissionais, independentemente da vocação.
Objetivo: ser o grande ponto de encontro dos profisisonais. O site está aberto a toda a gente.
Custo: Gratuito com benefícios premium pagos disponíveis aos candidatos a emprego.

4. ACADEMIA.EDU: http://academia.edu/
Para quem é: Académicos que desejam compartilhar as suas pesquisas e fornecer feedback aos colegas.
Objetivo: tornar mais fácil para os pesquisadores rastrear documentos e manter-se atualizado sobre o que os outros estão trabalhando.
Custo: Gratuito.

5. FACULTYROW: http://www.facultyrow.com/
Para quem é: Rede social de topo especialmente criada para os académicos das universidades, entre os quais um grupo de “superprofessores”.
Objetivo: permitir que os académicos compartilhem os seus perfis e fiquem em contacto através de fóruns de mensagens e vídeo.
Custo: Gratuito.

6. LORE: http://lore.com/
Para quem é: Professores, educadores e instrutores que procuram uma plataforma baseada em rede para ensinar e interagir com os alunos.
Objetivo: facilitar a aprendizagem através de uma rede básica e opções de partilha.
Custo: Gratuito.

7. MENDELEY: http://www.mendeley.com/
Para quem é: Investigadores em áreas científicas de estudo, principalmente estudantes de doutoramento que trabalham em projetos de longo prazo e em equipas.
Objetivo: Colaboração e partilha de recursos em especial na gestão de documentos e referências.
Custo: gratuito com armazenamento adicional e outras opções premium disponíveis em taxas mensais.

8. LULOOT: http://luloot.com/
Para quem é: Estudiosos que procuram promover e partilhar o seu trabalho.
Objetivo: oferecer uma rede mais tradicional social com compartilhamento de multimídia e discussão.
Custo: 99 cêntimos de dólar/ano.

9. ZOTERO: http://www.zotero.org/
Para quem é: investigadores multidisciplinares com grandes bibliotecas de notas de recursos para acompanhar.
Objetivo: fornecer ferramentas para a organização, citações e compartilhamento de informações acerca os cursos dos projectos em desenvovimento.
Custo: Gratuito.

10. GOINGON: http://www.goingon.com/
Para quem é: Campus, estudantes e professores.
Objetivo: dar aos colegas uma plataforma para a criação de redes sociais privadas que encorajam a exploração interdisciplinar e a socialização.
Custo: Variável.

 

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Consumo de café pode tratar crianças hiperactivas

Tive conhecimento de um estudo promissor numa área actualmente influente e preocupante na sociedade, a Hiperactividade e Défice de Atenção. Aqui transcrevo a noticia:

 

Investigadores da Universidade de Coimbra (UC) e Centro de Neurociências (CNC) acabam de concluir que a administração de cafeína, em doses equivalentes a três ou quatro chávenas de café por dia, controla o défice de atenção e hiperactividade sem causar efeitos secundários, nomeadamente dependência, como acontece com a ritalina, o fármaco derivado da anfetamina utlizado actualmente para controlar a patologia.

O estudo tem sido desenvolvido ao longo dos últimos três anos em ratos e para além de demonstrar que a cafeína é benéfica porque restabelece a função da dopamina enquanto neurotransmissor do cérebro, permitiu também evidenciar diversas modificações que ocorrem no cérebro em situações de défice de atenção e hiperactividade.

Segundo o líder da investigação, Rodrigo Cunha, “é seguro afirmar que o consumo de café é benéfico em crianças e adolescentes, mas a clínica deve obedecer a todo um protocolo”. O também docente da Faculdade de Medicina (FMUC) sublinha que “os resultados obtidos carecem ainda de ensaios clínicos e, por isso, não se deve ainda recomendar aos cuidadores de crianças hiperactivas a inserção de café na sua dieta”.

As conclusões da investigação, a ser publicada na revista European Neuropsychopharmacology, são promissoras para o “desenvolvimento de uma nova geração de fármacos muito mais selectivos, ou seja, medicamentos que actuam apenas no tratamento da défice de atenção e hiperatividade, não causando os denominados efeitos colaterais ou secundários, concretamente toxicidade e dependência”, conclui Rodrigo Cunha.

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Reportagem telejornal SIC

Antes do início das provas de aferição participei numa reportagem no telejornal da SIC que aqui partilho.

 

 

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Hiperactividade – esclarecimentos úteis de Ana Rodrigues

Ontem a minha colega Ana Rodrigues esteve no programa Boa Tarde a comentar um caso de hiperactividade e défice de atenção que aconselho que vejam. É uma explicação acessivel e clara!

 

Podem ver aqui

 

 

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No programa Sociedade Civil sobre os TPC

Num programa do Sociedade Civil sobre os TPC que recomendo ver e reflectir, participo numa reportagem ao minuto 66:30s. Bom programa.


clique aqui para ver o programa

 

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Reportagem do jornal da noite da SIC

Participo numa reportagem do jornal da noite da SIC de dia 6 de Maio (domingo). A reportagem situa-se entre os minutos 21  e 26 do video seguinte.

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No talk show Bem Vindos da RTP África

Numa conversa com 3 convidados estive no talk show da RTP África “Bem Vindos” com  apresentadora Cláudia Leal. Foi uma hora à conversa com a directora de um centro de explicações e com uma professora do secundário.

Pode ver todo o programa aqui

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No “Mais Mulher” da SIC com Ana Rita Clara

À conversa com a simpática Ana Rita Clara no programa Mais Mulher da Sic. Abordamos as estratégias parentais de apoio ao estudo e como podem os pais ser mais eficientes no auxilio escolar dos seus filhos.

 

 

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Na SIC Radical

Estive à conversa com a Carolina no jovem e divertido Curto Circuito na SIC Radical. Abordamos as questões do estudo e falamos do meu recente livro.

 

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Estudo tenta detetar sinais precoces de dislexia

São cada vez mais os ensaios de estudo para a procura de sinais cada vez mais precoces da dislexia. Este é mais um que estou curioso por conhecer resultados.

Ver Reportagem aqui

 

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